terça-feira, 20 de abril de 2010

Países europeus começam reabertura gradual do espaço aéreo.


















Começou na manhã desta terça-feira a reabertura gradual do espaço aéreo europeu, fechado em muitos países desde sexta-feira devido à nuvem de cinza proveniente do vulcão islandês Eyjafjallajökull. As autoridades preveem que entre 40% e 45% dos aviões consigam decolar.

Países como Bélgica, França, Suíça e Itália já estão retomando progressivamente o tráfego aéreo. Na Bélgica, a aterrissagem do primeiro voo desde o fechamento total de seu espaço aéreo aconteceu às 05h15 (de Brasília), segundo um porta-voz do aeroporto de Zaventem, que também indicou que os aeroportos do país funcionarão com 50% de sua capacidade nesta terça.

Outros países como França, Suíça e Itália já estão retomando o tráfego aéreo progressivamente. O Reino Unido pretende fazê-lo também esta manhã, embora a detecção de uma nova nuvem de cinza que viaja em direção ao país tenha tornado a situação incerta.

A Agência Europeia para a Segurança da Navegação Aérea (Eurocontrol) definirá ainda nesta terça-feira uma região na qual ficará proibido voar até que diminua o nível de concentração de cinza vulcânica. A Eurocontrol estabelecerá também um segundo espaço onde a presença destas partículas é sensivelmente menor, e por isso os países poderão decidir se autorizam ou não a retomada dos serviços aéreos.

Por último, uma terceira zona incluirá os países nos quais não tenham sido detectados riscos de contaminação e, portanto, sem motivos para fechar o espaço aéreo. Com esta medida, estipulada na segunda-feira pela a Comissão Europeia e os ministros de Transporte da União Europeia (EU), espera-se que decolem na terça e na quarta entre 10% e 15% mais voos na Europa. Na segunda-feira, apenas 30% dos voos previstos operaram.

Confira como está a situação em cada país:
Na Noruega, as autoridades fecharam às 3h40 (pelo horário de Brasília) o tráfego aéreo no sul do país. A Noruega tinha decretado na segunda a abertura total de seu espaço aéreo pela primeira vez após quatro dias. Os oficiais temem aumento da nuvem de cinzas.

A proibição de decolar e aterrissar se estende até 21h desta terça, pelo horário de Brasília, na Dinamarca. Desde as 3h, porém, é permitida a passagem de aviões acima de seis mil metros.

Na Suécia, foi fechado o tráfego aéreo da zona situada ao sul da linha imaginária entre as localidades de Strömstad e Nyköping, incluindo as cidades de Gotemburgo e Malmoe.

A Autoridade Finlandesa de Aviação Civil (Finavia) anunciou que o espaço aéreo finlandês permanecerá totalmente fechado pelo menos até 12h (de Brasília). Nessa segunda-feira, a situação melhorou, mas voltou a piorar e à noite o aeroporto de Helsinque voltou a ser fechado.

O Centro do Controle do Tráfego Aéreo (NATS) informou durante a noite que, em consequência da atividade do vulcão Eyjafjalla ter aumentado, uma nova nuvem de cinza estava se movendo em direção ao sul e a leste, rumo ao Reino Unido. Por enquanto, está aberto o espaço aéreo na Escócia, na Irlanda do Norte e no norte da Inglaterra, mas os aeroportos internacionais de Londres seguem fechados.

Praticamente todos os voos que iam a decolar do aeroporto de Schipol na Holanda antes de 7h (de Brasília) foram cancelados, assim como as aterrissagens previstas. Segundo o site do aeroporto, o tráfego aéreo será reaberto "por fases", e os primeiros voos vão acontecer durante o dia, com capacidade limitada.

O espaço aéreo alemão seguirá fechado até as 9h (Brasília), embora com exceções seguindo as direções estipuladas pela União Europeia, que estabeleceu três áreas distintas de poluição. A companhia Lufthansa, maior do país, anunciou que espera poder realizar cerca de 140 voos nesta terça-feira.

O tráfego aéreo francês está sendo retomado progressivamente. Nos aeroportos de Paris, a Air France decidiu privilegiar os voos intercontinentais e as linhas que ligam a capital a outras cidades francesas em detrimento dos trajetos com outros países europeus.

A Suíça reabriu seu espaço aéreo às 5h (de Brasília), em virtude de uma decisão tomada na noite de segunda-feira pelo Escritório Federal de Aviação Civil (OFAC), que concluiu que não mais há risco procedente das cinzas do vulcão islandês.

O tráfego aéreo do norte da Itália voltou à normalidade às 3h (de Brasília), depois que os aeroportos foram fechados no sábado passado. O Ente Nacional de Aviação Civil italiano (Enac) anunciou que seriam retomadas em primeiro lugar as rotas nacionais norte-sul e vice-versa e depois serão autorizados os demais voos, de forma progressiva.

Os Países Bálticos, como a Letônia e a Lituânia abriram seu espaço aéreo.

A Polônia decidiu manter restrições sobre o tráfego aéreo, segundo informou a Agência Polonesa de Navegação Aérea. As limitações também se estendem à faixa sudeste. Embora aterrissagens e decolagens de voos continuem proibidas, são permitidos voos de passagem sobre o espaço aéreo polonês.

Fonte:Agencia EFE.

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Estatuto do Comite de Viagens Corporativas

DATA: 04.06.2001
Atualizado em: 30.09.2009 e 14.05.2010, por unanimidade.

ESTATUTO

FUNDAÇÃO

Fundado em maio de 2001, formado por Gestores de Viagens, representando as empresas onde atuam.

OBJETIVOS

O Grupo tem por objetivo atuar no mercado de viagens de negócio, através de “benchmarking” e otimização de processos administrativos, visando atender as necessidades e expectativas do Grupo e das empresas, obtendo resultados significativos e influenciando positivamente nas mudanças ocorridas neste mercado.

Em função das particularidades das empresas representadas no Grupo, será mantido um alto padrão de ética em relação às informações passadas e discutidas, conforme Código de Ética denominado “Anexo A” do presente Estatuto.
Parágrafo ÚNICO: As negociações comerciais das empresas representadas no grupo não são objeto de discussão no mesmo.

ESTRUTURA:

Para efeito de organização interna, o grupo manterá um número máximo de 20 (vinte) empresas representadas, contando com uma Coordenação composta de três membros eleitos pelo voto direto, tendo como atribuições:

- Elaborar pauta das reuniões e levar ao conhecimento do grupo para aprovação.
- Organizar e disponibilizar recursos para realização das reuniões.
- Convidar e coordenar a presença de convidados externos.
- Coordenar as reuniões conforme pauta e critérios pré-estabelecidos.
- Atuar como ponto focal para os integrantes do Comitê.
- Elaborar e divulgar Atas das Reuniões para todos os integrantes do Comitê.
- Manter controle de presença e adesão, levando para definição pelo Comitê os casos de desligamento e admissão.

REUNIÕES E EVENTOS:

O Comitê se reunirá com periodicidade mensal, em local, data e horário definidos nas reuniões, respeitando a antecedência mínima de 30 dias para realização. Reuniões extraordinárias poderão ser convocadas para tratar de assunto emergencial específico.

PARTICIPAÇÃO:

A participação nas reuniões é obrigatória.
Só serão aceitas como justificativas de faltas, aquelas que estiverem fundamentadas nos casos de férias, luto, gala ou licença maternidade/paternidade.

Serão abonadas as faltas nos casos de reuniões realizadas fora da cidade do Rio de Janeiro.

O titular pode ser representado por um suplente, desde que habilitado a discutir os assuntos objeto dos encontros.

PREMISSAS PARA ADESÕES E PERMANÊNCIA:

- Tenha vaga em aberto, dentro do limite de empresas estabelecido no estatuto.
- Tenha ocorrido o convite ou indicação de um dos componentes do grupo.
- Encaminhe o questionário de avaliação devidamente preenchido, com os dados da empresa e da pessoa que irá representá-la no Comitê.
- Exerça controle efetivo sobre as despesas de viagens e política de sua empresa.
- Seja aprovado pela maioria dos atuais membros do Comitê.

DESLIGAMENTOS:

Os desligamentos do grupo poderão ocorrer nos seguintes casos:

a) Solicitação por escrito do componente (ação voluntária).
b) Falta injustificada em 03 (três) reuniões ordinárias durante o ano, consecutivas ou não.
c) Conduta antiética do componente.
d) Desligamento do integrante da empresa que representa.

Parágrafo I: A empresa cujo componente do Comitê se desligou ou foi transferido do Depto. de Viagens, poderá permanecer no Comitê até a sua recolocação no mercado, como Gestor de Viagens e indicar um substituto, sendo a indicação validada após análise pelos integrantes do Comitê.

Parágrafo II: O integrante que se aposentar em pleno exercício da Gestão de Viagens, permanecerá como membro do Comitê por tempo indeterminado.

DISPOSIÇÕES GERAIS:


É permitida a atuação de cada um dos integrantes do Comitê como consultores e palestrantes de gestão de viagens, desde que respeitando o código de ética.

Qualquer posição do Grupo perante entidades externas, formal ou informal, será encaminhada para avaliação do Comitê.

Uma lista, contendo os nomes dos componentes do grupo com as respectivas empresas representadas, acompanhará as correspondências enviadas pelo Comitê.

Caso algum elemento do grupo não queira que seu nome faça parte da lista referida no item anterior, deverá manifestar-se formalmente a Coordenação.

Os convites para participação em eventos, quando em nome do Comitê, deverão ser encaminhados a Coordenação, para encaminhamento para aprovação pelo Comitê.

A participação em eventos (nacionais / internacionais) estará vinculada a análise prévia do Comitê, visando manter o foco nos assuntos de interesse do grupo.

Anexo A

Código de Ética e Conduta Para a Troca de Informações

1. Utilização:

Use as informações obtidas através do benchmarking dentro do Comitê de Viagens Corporativas somente com a finalidade de introduzir melhorias nas operações ou processos de sua organização. O uso ou divulgação de dados e práticas adotadas pelas organizações participantes do Comitê exige a prévia permissão das mesmas neste sentido.

2. Legalidade:

Caso exista algum questionamento pendente sobre a legalidade de uma atividade (ex: obtenção de informações privilegiadas, acordos comerciais), procure não praticá-la até que seja plenamente resolvido o questionamento legal a ela associado.

3. Intercâmbio:

3.1 Esteja disposto a fornecer aos seus parceiros do Comitê o mesmo tipo de informação e no mesmo nível de profundidade que você deles solicitará para uso próprio.

3.2 Desde o início de sua participação em um processo de benchmarking no Comitê de Viagens Corporativas, procure comunicar-se com os demais parceiros sempre da forma mais clara e transparente possível, visando evitar mal entendidos e ao mesmo tempo fortalecer o mútuo interesse pelo intercâmbio através do benchmarking.

4. Confidencialidade:

4.1 Trate o intercâmbio através de informações como algo, em princípio, restrito às pessoas e organizações participantes do Comitê.

4.2 As informações compartilhadas não devem ser repassadas para fora das fronteiras do Comitê de Viagens Corporativas, a menos que haja prévio consentimento neste sentido.

4.3 Evite comunicar o nome de um de seus contatos em um encontro ou reunião de caráter público, sem que haja autorização prévia para isto.